queria ser
um irresponsável a cavalgar o vento
e com mil asas permitir-me ir
velejando céus afora
como um fluido, como um éter! Leia mais…
Fevereiro 2007
Seg 19 Fev 2007
Qui 15 Fev 2007
Esta poesia é uma prece. É um
alento para a alma. Há mais de
30 anos que a tenho comigo.
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O tempo, como o vento, seca as lágrimas.
como a água, tudo dissolve.
como o fogo, reduz as coisas a cinzas.
como o sol, tudo esclarece.
Aclara o confuso,
descobre o recôndito,
encontra o perdido,
propicia a tolerância,
reconcilia os inimigos,
cega e confunde os ambiciosos,
abate o orgulho,
extingue as ilusões,
dá conformidade.
quem se joga contra ele terá malogro.
quem o aguarda torna-se poderoso.
quem o toma como aliado estabelece comércio com a sabedoria.
-constance virgil-
Sáb 10 Fev 2007
A necessidade: um dia, se os homens sobreviverem aos seus próprios atos neste planeta ou em outro lugar qualquer, alguém vai ter de inventar um modo de captar diretamente do sol toda a energia necessária às necessidades humanas, transformá-la em eletricidade, que é a energia padrão para multiuso, e transportá-la, através, quem sabe, de ondas eletromagnéticas, de sua fonte até o seu ponto de consumo, prescindindo assim de fios condutores. Leia mais…
Jorge Rocha, sexagenário, confia, como Demócrito, que tudo no universo é fruto da necessidade e do acaso. Cultua a filosofia do cotidiano, às vezes verseja e ocasionalmente é psiquiatra, para sobreviver.