Qui 15 Fev 2007
Esta poesia é uma prece. É um
alento para a alma. Há mais de
30 anos que a tenho comigo.
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O tempo, como o vento, seca as lágrimas.
como a água, tudo dissolve.
como o fogo, reduz as coisas a cinzas.
como o sol, tudo esclarece.
Aclara o confuso,
descobre o recôndito,
encontra o perdido,
propicia a tolerância,
reconcilia os inimigos,
cega e confunde os ambiciosos,
abate o orgulho,
extingue as ilusões,
dá conformidade.
quem se joga contra ele terá malogro.
quem o aguarda torna-se poderoso.
quem o toma como aliado estabelece comércio com a sabedoria.
-constance virgil-
Data do artigo: Quinta-feira, 15 dAmerica/New_York Fev dAmerica/New_York 2007 às 9:02 pm | Categoria : Poesia | Deixe um comentário
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Jorge Rocha, sexagenário, confia, como Demócrito, que tudo no universo é fruto da necessidade e do acaso. Cultua a filosofia do cotidiano, às vezes verseja e ocasionalmente é psiquiatra, para sobreviver.